Einstein

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desistir

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As praxes e outras coisas que tais

Não resisto a partilhar um pedaço de um texto delicioso do doutor Maló de Abreu, aplicado à praxe académica mas que serve na perfeição a outros episódios não menos absurdos, aos quais tive o desprazer de assistir:

“(…) Aos ignorantes recomendo o estudo ou simples leituras. À garotada, sem tino, o retorno ao jardim de infância ou recolha em quartel. Aos amantes da palhaçada os melhores circos de estrada e com ursos, de preferência, mal amestrados. Aos renitentes, reincidentes e outros carentes que se acham possuídos da arte de pastorear, aplicaria o que lhes é merecido: umas doses, quanto baste, de mão aberta ou biqueira fina em tão glúteas zonas. Mas, dando-se o caso de ainda arreganharem, provariam das mais que merecidas bengaladas. Essas sim, como manda a Praxe!”,

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Até os chineses…

Um sinal da crise em que vivemos é chegarmos à porta de um restaurante chinês e lermos um papel na porta: “fechado para descanso do pessoal”.

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Portugueses extraordinários

Ainda há pouco tempo todos os portugueses eram economistas, mas o recente acórdão do Tribunal Constitucional veio revelar que em Portugal, afinal, somos todos juristas, de repente toda a gente percebe de leis. Mas a febre vai durar pouco. Dentro de 15 dias passamos todos a ser treinadores de futebol. Isto é que é um povo polivalente, heim!

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O “palito” foi preso

palitoO “palito” foi preso. Não “um” palito. Estes já passam a vida presos dentro de caixinhas com um furinho onde só cabe um de cada vez e para um sair é preciso abanar o recipiente até a cabeça assomar à porta do buraquinho e puxar com as pontas dos dedos. Excepto quando a caixa cai no chão. Aí parece que já cabem os palitos todos ao mesmo tempo pelo orifício, espalham-se por todo lado e uma semana depois ainda há palitos a aparecer pelos cantos da casa.
Não. Quem foi preso foi “o” palito, mais conhecido por Manuel Baltazar. Um tipo de bigodaça farta que atirou em quatro mulheres e matou duas delas. Fugiu e andou escondido da polícia no mato durante mais de um mês. Nem cavalos, nem cães conseguiram apanhar o presumível assassino.
A polícia passou a ficar à coca junto da casa do “palito” e o homem lá se descuidou e acabou caçado.
Levado ao tribunal ouviu uns quantos… como é que hei-de dizer?… apoiantes, fãs ou qualquer coisa do género, bater palmas pelo feito (?) de andar fugido às autoridades 34 dias sem ser apanhado. Enfim, nada de especial para quem comete outro tipo de crimes, tipo fugir ao fisco e desvio de dinheiro público. Fogem a vida inteira, continuam a ir a casa e nunca são apanhados.
Mas o “palito” matou supostamente duas mulheres, portanto, tem de ser preso, julgado e condenado. Matar é crime dos piores. Estranho que para alguns seja acto heróico. Porquê? Por ter conseguido esconder-se da polícia e por ter boa pontaria? Ou má. Afinal duas sobreviveram. Sinceramente às vezes não percebo o que se passa na cabeça de certas pessoas.

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Desemprego[2]

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Este país não é para ninguém

Em tempo de crise é incrível a “chico-espertice” de alguns portugueses. Aproveitando a elevada taxa de desemprego, algumas empresas propõem contratar jovens sem qualquer salário em troca. Será que não percebem que trabalhar sem receber é pior do que não trabalhar? Será que não entendem que a malta não quer emprego para estar ocupada, mas sim porque precisa de dinheiro para viver?

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Grande cadela!

Parece que uns miúdos foram corridos de um comboio pela GNR porque não tinham bilhete para a cadela. Acho mal. Em primeiro lugar, desde que não incomode os outros passageiros não vejo problema em entrar num comboio com uma cadela. Em segundo lugar, nunca ouvi falar que uma bebedeira tivesse de pagar bilhete!

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Foi do Viagra?

Carlos Moedas: Estado “cresceu de forma desmesurada”

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